Rajadas de ventos fortes traziam para o estado do Paraná o football e o prenúncio de um grande clube. Após a formação de uma Liga (1915), surgiam os primeiros campeões, dentre os quais estavam o Internacional FBC e o América Paraná. Algum tempo depois, ambos acabariam por decidir juntar forças. Seria da união dessas agremiações esportivas, após muitas reuniões, que surgiria um tufão no futebol do Paraná dia 26 de março de 1924, o Club Athletico Paranaense.
Marcado pela bravura e o bom futebol, o clube foi crescendo e ganhando notoriedade, primeiro no estado, depois no futebol brasileiro e finalmente continental. O primeiro grito de campeão ocorreu em 1925 (surgiam ídolos como o arqueiro Tapyr e os atacantes Urbino e Marreco) e nas quatro primeiras décadas de vida foram alcançados dez conquistas Paranaenses, marcando "o hino do furacão, e no peito ostentando, a faixa de campeão". Foram épocas de Octavio Zanetti, do mítico goleiro Caju, dos gols de gols de Bento e Cecatto, mas sobretudo do Furacão comando por Neno, Cireno, Jackson & outros, um esquadrão marcado por inúmeras goleadas. Os anos 1950 e 60 foram difíceis, mas o Athletico soube superar, grandes nomes como Djalma Santos e Bellini vestem a camisa rubro-negra. A conquista do Paranaense de 1970 foi especial, pois decretava o fim de uma fila. Mas logo começaria outra e, por alguns anos, o clube viveu de altos e baixos. O Athletico voltaria a ser campeão com destaque do casal 20, Washington e Assis, em 1982. O Bicampeonato aconteceu, assim como uma relevante campanha no Campeonato Brasileiro, que o Rubro-Negro paranaense terminou no terceiro lugar.
A Era da grande revolução começou em 1995, com uma diretoria que implementa um projeto forte e estratégico sob a liderança de Mario Celso petraglia, desde o chamado Athletico Total. Já começaram trazendo de volta o Athletico a série A, ao conquistar a segunda divisão em cima do rival Coritiba. Desde então, passando pela construção de um estádio, que se transformou em uma das Arenas mais modernas do Brasil (a Arena da Baixada), de um CT completo e estruturado (CAT, CT do Caju), foram inúmeras conquistas importantes, equipes competitivas e grandes revelações de atletas. Além de nove Campeonatos Paranaenses, uma Seletiva Continental, campanhas de finalista da Copa Libertadores, vice-campeonato do Brasileiro e de Copa do Brasil, entre outras participações relevantes, o Athletico Panaense conquistou o Campeonato Brasileiro, uma Copa do Brasil, a Copa Ásia-Sudamerica e a Copa Sul-Americana. Podendo assim ser estimado entre os grandes clubes do Brasil.
Marcado pela bravura e o bom futebol, o clube foi crescendo e ganhando notoriedade, primeiro no estado, depois no futebol brasileiro e finalmente continental. O primeiro grito de campeão ocorreu em 1925 (surgiam ídolos como o arqueiro Tapyr e os atacantes Urbino e Marreco) e nas quatro primeiras décadas de vida foram alcançados dez conquistas Paranaenses, marcando "o hino do furacão, e no peito ostentando, a faixa de campeão". Foram épocas de Octavio Zanetti, do mítico goleiro Caju, dos gols de gols de Bento e Cecatto, mas sobretudo do Furacão comando por Neno, Cireno, Jackson & outros, um esquadrão marcado por inúmeras goleadas. Os anos 1950 e 60 foram difíceis, mas o Athletico soube superar, grandes nomes como Djalma Santos e Bellini vestem a camisa rubro-negra. A conquista do Paranaense de 1970 foi especial, pois decretava o fim de uma fila. Mas logo começaria outra e, por alguns anos, o clube viveu de altos e baixos. O Athletico voltaria a ser campeão com destaque do casal 20, Washington e Assis, em 1982. O Bicampeonato aconteceu, assim como uma relevante campanha no Campeonato Brasileiro, que o Rubro-Negro paranaense terminou no terceiro lugar.
A Era da grande revolução começou em 1995, com uma diretoria que implementa um projeto forte e estratégico sob a liderança de Mario Celso petraglia, desde o chamado Athletico Total. Já começaram trazendo de volta o Athletico a série A, ao conquistar a segunda divisão em cima do rival Coritiba. Desde então, passando pela construção de um estádio, que se transformou em uma das Arenas mais modernas do Brasil (a Arena da Baixada), de um CT completo e estruturado (CAT, CT do Caju), foram inúmeras conquistas importantes, equipes competitivas e grandes revelações de atletas. Além de nove Campeonatos Paranaenses, uma Seletiva Continental, campanhas de finalista da Copa Libertadores, vice-campeonato do Brasileiro e de Copa do Brasil, entre outras participações relevantes, o Athletico Panaense conquistou o Campeonato Brasileiro, uma Copa do Brasil, a Copa Ásia-Sudamerica e a Copa Sul-Americana. Podendo assim ser estimado entre os grandes clubes do Brasil.
Para o gol Alfredo Gottardi, o mítico Caju. Chegou ao clube em 1933 e em pouco tempo tornou-se ídolo. Por quase duas décadas defendeu a meta do clube e tornou-se o primeiro athleticano a ser convocado para a Seleção Brasileira. Era um goleiro cheio de virtudes, completo nos fundamentos e, apesar da baixa estatura, sempre mostrava segurança com defesas difíceis. Apaixonado pelo clube jogou até 1950, dedicou-se inteiramente e fazendo valer a letra do hino que "a camisa rubro-negra só veste por amor". É o jogador que mais vestiu a camisa athleticana com 620 jogos e conquistou seis títulos paranaenses.
Na lateral-direita, o sensacional Djalma Santos. Chegou ao Athletico já consagrado, mas com tempo de torna-se marcante na história. Agregou valor ao futebol paranaense pela sua representatividade e ainda pela sua qualidade, mostrando habilidade e disposição que lhe renderam a fama de melhor lateral direito da história. Atuou de 1968 a 72, ajudando o clube na conquista do título Paranaense de 1970. Na sua última partida como atleta, já aos 41 anos, ficou marcada sua genialidade e sua forma incansável, quando fez Loivo, do Grêmio, cansar durante 90 minutos e fez jogadas de tirar o folego.
Para a formação da zaga, começamos por Bellini. O capitão do primeiro título Mundial do Brasil já estava com 37 anos quando veio para o Athletico, mas nada o impediu de ainda mostrou toda sua vitalidade, liderança e solidez. Tornou-se um ídolo da torcida e mesmo sem conquistar títulos ajudou o clube a se reestruturar liderando a equipe por dois anos. Encerrou a carreira em um Athletiba, sendo aplaudido de pé.
O outro defensor é uma bandeira athleticana, Octávio Zanetti. Por toda sua carreira só defendeu um clube: o Athletico! É mais um que fez da letra do hino seu lema de vida, vestiu a camisa rubro-negra por amor. Vindo dos aspirantes, iniciou no profissional do clube em 1931 e atuaria até 1945, conquistando quatro vezes o Campeonato Paranaense. O gigante de 1,90 formou ao lado de Caju a mais forte defesa da história do Furacão, manteve-se amador e muitas vezes abdicou do salário. Foram treze anos servidos ao Athletico e se destacou também na Seleção Paranaense, quando formou um trio final com Augusto e Caju. Dono de um jogo aéreo perfeito, era também dedicado na marcação e intenso nas divididas, muito forte nas decisões. Costumava dizer que ou passava a bola ou o jogador, nunca os dois. Antes de "chegar junto" em um adversário, costumava limpar a ponta da chuteira no gramado. Mania que lhe rendeu o apelido de "Ciscador". Ficaria marcado por sua frase de dizer que era "Atleticano debaixo até em cima".
Para o lado esquerdo, Júlio Pepicelli. Ficou conhecido como “A Fera”, pois era um jogador de muita raça e que assustava os atacantes. Suas atuações são lembradas pela incrível disposição, sendo visto como um deus da raça do clube, que foi fundamental na conquista paranaense de 1970. Lateral-direito de origem, acabou mudando de lado mudou de lado para não ser reserva de Djalma Santos. Jogou no clube paranaense de 1970 a 74, sempre respeitando e mostrando-se apaixonado pelo Athletico, chegando a ostentar a faixa de capitão. Para permanecer no clube após terminar seu contrato, chegou a doar seu passe para o Athletico.
Na lateral-direita, o sensacional Djalma Santos. Chegou ao Athletico já consagrado, mas com tempo de torna-se marcante na história. Agregou valor ao futebol paranaense pela sua representatividade e ainda pela sua qualidade, mostrando habilidade e disposição que lhe renderam a fama de melhor lateral direito da história. Atuou de 1968 a 72, ajudando o clube na conquista do título Paranaense de 1970. Na sua última partida como atleta, já aos 41 anos, ficou marcada sua genialidade e sua forma incansável, quando fez Loivo, do Grêmio, cansar durante 90 minutos e fez jogadas de tirar o folego.
Para a formação da zaga, começamos por Bellini. O capitão do primeiro título Mundial do Brasil já estava com 37 anos quando veio para o Athletico, mas nada o impediu de ainda mostrou toda sua vitalidade, liderança e solidez. Tornou-se um ídolo da torcida e mesmo sem conquistar títulos ajudou o clube a se reestruturar liderando a equipe por dois anos. Encerrou a carreira em um Athletiba, sendo aplaudido de pé.
O outro defensor é uma bandeira athleticana, Octávio Zanetti. Por toda sua carreira só defendeu um clube: o Athletico! É mais um que fez da letra do hino seu lema de vida, vestiu a camisa rubro-negra por amor. Vindo dos aspirantes, iniciou no profissional do clube em 1931 e atuaria até 1945, conquistando quatro vezes o Campeonato Paranaense. O gigante de 1,90 formou ao lado de Caju a mais forte defesa da história do Furacão, manteve-se amador e muitas vezes abdicou do salário. Foram treze anos servidos ao Athletico e se destacou também na Seleção Paranaense, quando formou um trio final com Augusto e Caju. Dono de um jogo aéreo perfeito, era também dedicado na marcação e intenso nas divididas, muito forte nas decisões. Costumava dizer que ou passava a bola ou o jogador, nunca os dois. Antes de "chegar junto" em um adversário, costumava limpar a ponta da chuteira no gramado. Mania que lhe rendeu o apelido de "Ciscador". Ficaria marcado por sua frase de dizer que era "Atleticano debaixo até em cima".
Para o lado esquerdo, Júlio Pepicelli. Ficou conhecido como “A Fera”, pois era um jogador de muita raça e que assustava os atacantes. Suas atuações são lembradas pela incrível disposição, sendo visto como um deus da raça do clube, que foi fundamental na conquista paranaense de 1970. Lateral-direito de origem, acabou mudando de lado mudou de lado para não ser reserva de Djalma Santos. Jogou no clube paranaense de 1970 a 74, sempre respeitando e mostrando-se apaixonado pelo Athletico, chegando a ostentar a faixa de capitão. Para permanecer no clube após terminar seu contrato, chegou a doar seu passe para o Athletico.
Atlético! Atlético!
Conhecemos teu valor,
E a camisa Rubro Negra,
só se veste por amor (...)
Começamos o meio-campo com a joia do clube, Kléberson. Da base do Furacão para o Mundo! Assim pode se resumir o volante que assumiu a titularidade nas fases decisivas da Copa do Mundo vencida pelo Brasil em 2002. Das categorias de base, foi lançado em 1999 no time principal e logo começou a obter notoriedade com sua variação, qualidade e qualidade nos passes, conquistando um Tricampeonato Paranense. Muito além dos estaduais, foi peça chave na conquista do Campeonato Brasileiro de 2001, ao qual recebeu a bola de prata como um dos melhores do certame. Sua versatilidade foi muito importante para o Athletico, conseguia jogar de lateral, volante, meia mais avançado e até atacante. Foi o primeiro brasileiro a ser contratado pelo Manchester United, mas isso só depois de quase 4 anos de Furacão e aproximadamente 100 jogos, além de muitas glorias.
A tradição de contratar estrangeiros chegou ao máximo de proveito com esse argentino interminável escalado na meia, Lucho González. Agregou ao clube seu histórico vencedor e experiência, ganhou os corações athleticanos pela sua técnica, liderança e inteligencia, contribuindo nas da Copa Sul-Americana e da Copa do Brasil. Já são quase 130 jogos com a camisa rubro-negra, fato que lhe rendeu a alcunha de “Soldado Athleticano”. Assinou com o clube em 2016 e teve grande destaque na campanha da Libertadores de 2017, com gols que levaram o Furacão aos mata-matas. Acabaria saindo e retornaria para comandar muitos triunfos, foi o capitão da maior conquista internacional do futebol paranaense.
Como meia mais avançado, temos aquele que para muitos é considerado o maior jogador da história do Athletico PR, o craque da 8, Sicupira. Foi o autor maior do fim da quebra do jejum que perdurava 12 anos, em um título vencido na raça: o estadual de 1970. Foi um craque de muitas recursos técnicos, qualidades individuais natas e elegância, possuía muita visão de jogo e faro de gol apurado. Defendeu o Furacão de 1968 a 75, sempre com atuações primorosas, que lhe renderam o epíteto de “craque da 8”. Comandou sendo artilheiro de uma das melhores equipes da história do clube, mas que não conquistou taças em 1972. Era um grande líder, com uma personalidade divertida e serena. Ficou marcado por fazer gols de bicicleta, como na sua estreia, e é até hoje o maior artilheiro da história athleticana com 158 gols assinalados.
Mais um meia para fechar esse quadrado-mágico athleticano, o maestro Jackson. Nasceu no mesmo ano do Athletico e vestindo a camisa rubro-negra se imortalizou como o Sr. Furacão. Sob o protagonismo de Jackson, o Athletico conquistou três títulos Paranaenses. Considerado um dos melhores jogadores da história do clube, formou ao lado de Cireno a melhor ala-esquerda do futebol paranaense. Era um jogador leal (chegou a receber o prêmio Belfort Duarte ), capaz de jogadas de efeito, passes precisos e muitos gols, o meia-esquerda foi o maestro que regeu o esquadrão alcunhado de Furacão na incrível campanha de 1949. Atuou no clube de 1944 a 49, retornando em 1953 (ano em que foi artilheiro do estadual) e aposentou as chuteiras em 1956. Foram quase 200 jogos e 143 gols na sua trajetoria pelo Athletico, um ídolo eterno.
A tradição de contratar estrangeiros chegou ao máximo de proveito com esse argentino interminável escalado na meia, Lucho González. Agregou ao clube seu histórico vencedor e experiência, ganhou os corações athleticanos pela sua técnica, liderança e inteligencia, contribuindo nas da Copa Sul-Americana e da Copa do Brasil. Já são quase 130 jogos com a camisa rubro-negra, fato que lhe rendeu a alcunha de “Soldado Athleticano”. Assinou com o clube em 2016 e teve grande destaque na campanha da Libertadores de 2017, com gols que levaram o Furacão aos mata-matas. Acabaria saindo e retornaria para comandar muitos triunfos, foi o capitão da maior conquista internacional do futebol paranaense.
Como meia mais avançado, temos aquele que para muitos é considerado o maior jogador da história do Athletico PR, o craque da 8, Sicupira. Foi o autor maior do fim da quebra do jejum que perdurava 12 anos, em um título vencido na raça: o estadual de 1970. Foi um craque de muitas recursos técnicos, qualidades individuais natas e elegância, possuía muita visão de jogo e faro de gol apurado. Defendeu o Furacão de 1968 a 75, sempre com atuações primorosas, que lhe renderam o epíteto de “craque da 8”. Comandou sendo artilheiro de uma das melhores equipes da história do clube, mas que não conquistou taças em 1972. Era um grande líder, com uma personalidade divertida e serena. Ficou marcado por fazer gols de bicicleta, como na sua estreia, e é até hoje o maior artilheiro da história athleticana com 158 gols assinalados.
Mais um meia para fechar esse quadrado-mágico athleticano, o maestro Jackson. Nasceu no mesmo ano do Athletico e vestindo a camisa rubro-negra se imortalizou como o Sr. Furacão. Sob o protagonismo de Jackson, o Athletico conquistou três títulos Paranaenses. Considerado um dos melhores jogadores da história do clube, formou ao lado de Cireno a melhor ala-esquerda do futebol paranaense. Era um jogador leal (chegou a receber o prêmio Belfort Duarte ), capaz de jogadas de efeito, passes precisos e muitos gols, o meia-esquerda foi o maestro que regeu o esquadrão alcunhado de Furacão na incrível campanha de 1949. Atuou no clube de 1944 a 49, retornando em 1953 (ano em que foi artilheiro do estadual) e aposentou as chuteiras em 1956. Foram quase 200 jogos e 143 gols na sua trajetoria pelo Athletico, um ídolo eterno.
Na frente, os dois grandes goleadores históricos da conquista do Brasileiro de 2001.
O artilheiro das decisões, dos momentos triunfantes, assim foi Alex Mineiro na trajetoria do Athletico PR. Além de dois títulos estaduais com a camisa rubro-negra, foi sobretudo o grande nome da maior conquista do clube: o Campeonato Brasileiro de 2001, quando foi considero o principal jogador do Brasil com a bola de ouro da placar. Embora considerado um pouco lento, tinha como caracteristica o drible curto e o posicionamento letal, era bom cabeceador e uma preocupação constante para as defesas, pois sempre estava no lugar certo e no momento fatal. Foram tres passagens pelo clube (2001-03/2007/2009-10), sendo a primeira consagradora. É um dos maiores ídolos da torcida!
Para completar a ofensiva, Kléber. Tipico centroavante goleador, ganhou o coração da torcida rubro-negra com gols fundamentais na conquista do Campeonato Brasileiro de 2001, quando foi ao lado de Alex Mineiro o artilheiro da campanha. No primeiro ano no clube foi o maior marcado no triunfo da Seletiva da Libertadores de 1999 e a classificação continental. Levaria a chuteira de ouro em 2001, quando marcou 50 gols pelo Athletico, também conquistando o estadual. Conhecido pela torcida como "O Incendiário", defendeu o clube em 185 jogos e é o terceiro maior goleador da história vendavel com 124 tentos.
RESERVAS:
Santos / Roberto Costa
Alessandro - Gottardi Júnior - Nem - Ladinho
Alan Bahia - Fernandinho
Assis - Washington - Cireno - Nilson Borges
Santos / Roberto Costa
Alessandro - Gottardi Júnior - Nem - Ladinho
Alan Bahia - Fernandinho
Assis - Washington - Cireno - Nilson Borges
Comissão Técnica:
Geninho / Tiago Nunes


